Rebellion - Linkin Park

Letra de Rebellion, de Linkin Park.

Rebellion (feat. Daron Malakian)


I've seen the blood
I've seen the broken
The lost and the sights unseen



I want a flood
I want an ocean
To wash my confusion clean
I can't resolve this empty story
I can't repair the damage done



We are the fortunate ones
Who've never faced oppression's gun
We are the fortunate ones
Imitations of rebellion



We act it out
We wear the colors
Confined by the things we own
We're not without
We're like each other
Pretending we're here alone
And far away they burn their buildings
Right in the face of the damage done



We are the fortunate ones
Who've never faced oppression's gun
We are the fortunate ones
Imitations of rebellion
Rebellion
Rebellion
Rebellion



Rebellion! Rebellion!
We lost before the start
Rebellion! Rebellion!
One by one, we fall apart
We fall apart! We fall apart! We fall apart!



We are the fortunate ones
Who've never faced oppression's gun
We are the fortunate ones
Imitations of, imitations of



We are the fortunate ones
Who've never faced oppression's gun
We are the fortunate ones
Imitations of rebellion
Rebellion
Rebellion
Rebellion


Rebelião (part. Daron Malakian)


Eu vi o sangue
Os vi as visões
Destruídas, perdidas e cegas jamais vistas



Quero uma enchente
Quero um oceano
Para lavar e limpar minha confusão
Não posso resolver essa história vazia
Não posso reparar os danos causados



Somos os afortunados
Que nunca enfrentaram a arma da opressão
Somos os afortunados
Imitações da rebelião



Nós fingimos
Usamos as cores
Confinados pelas coisas que temos
Não estamos sem
Somos todos iguais
Fingindo que estamos aqui sozinhos
E de longe eles queimam seus prédios
Bem na frente dos danos causados



Somos os afortunados
Que nunca enfrentaram a arma da opressão
Somos os afortunados
Imitações da rebelião
Rebelião
Rebelião
Rebelião



Rebelião! Rebelião!
Nos perdemos antes de começar
Rebelião! Rebelião!
Um por um, nós caímos
Nós caímos! Nós caímos! Nós caímos!



Somos os afortunados
Que nunca enfrentaram a arma da opressão
Somos os afortunados
Imitações, imitações



Somos os afortunados
Que nunca enfrentaram a arma da opressão
Somos os afortunados
Imitações da rebelião
Rebelião
Rebelião
Rebelião


Gilberto Gil na Era do Rock (Brasileiro)

O cantor Gilberto Gil, que iniciou sua carreira no final dos anos 1960, sendo um dos arquitetos do movimento tropicalista, se tornou um dos maiores nomes da chamada "Música Popular Brasileira" (MPB).

A partir dos anos 1980, o Rock brasileiro se torna cada vez mais forte e passa a gerar uma ascensão do gênero que constrangeu cantores de outros gêneros ou ecléticos a gravarem músicas no gênero musical em vigência. Gilberto Gil não escapa dessa tendência e nesse período gravou várias músicas de Rock, tal como "Punk da Periferia"; "Rock do Segurança", "Pessoa Nefasta", "Nos Barracos da Cidade", onde o rock e a criticidade aparecem.

Estas e outras músicas de Gilberto Gil você ouve na Rádio Germinal. Para ouvir os vídeos abaixo, basta colocar pausa no canto superior deste blog. Abaixo vídeo e letra das músicas de Gilberto Gil.

Punk da Periferia

Das feridas que a pobreza cria
Sou o pus
Sou o que de resto restaria
Aos urubus
Pus por isso mesmo este blusão carniça
Fiz no rosto este make-up pó caliça
Quis trazer assim nossa desgraça à luz

Sou um punk da periferia
Sou da Freguesia do Ó
Ó
Ó, aqui pra vocês!
Sou da Freguesia

Ter cabelo tipo índio moicano
Me apraz
Saber que entraremos pelo cano
Satisfaz
Vós tereis um padre pra rezar a missa
Dez minutos antes de virar fumaça
Nós ocuparemos a Praça da Paz

Sou um punk da periferia
Sou da Freguesia do Ó
Ó
Ó, aqui pra vocês!
Sou da Freguesia

Transo lixo, curto porcaria
Tenho dó
Da esperança vã da minha tia
Da vovó
Esgotados os poderes da ciência
Esgotada toda a nossa paciência
Eis que esta cidade é um esgoto só

Sou um punk da periferia
Sou da Freguesia do Ó
Ó
Ó, aqui pra vocês!
Sou da Freguesia



NOS BARRACOS DA CIDADE

Nos barracos da cidade
Ninguém mais tem ilusão
No poder da autoridade
De tomar a decisão
E o poder da autoridade
Se pode não faz questão
Mas se faz questão nao consegue enfrentar o tubarão

gente estúpida!
Gente hipócrita!

Nos barracos da cidade
Ninguém mais tem ilusão
No poder da autoridade
De tomar a decisão
E o poder da autoridade
Se pode não faz questão
Só fode a população
O governador promete mas não toma decisão
Os lucros são muito poucos ninguém quer abrir mão
Uma parte pequena já seria a solução
Mas no barraco tá faltando feijão

E o governador promete
Só promete na eleição
Mas o sistema diz não
Os lucros são muito grandes e ninguém quer abrir mão
E mesmo uma pequena parte já seria a solução
Mas a usura dessa gente já virou um aleijão

Gente estúpida!
Gente hipócrita!

Alô policia federal
Vamo prender o juiz lalau
Todos os lalaus
Vamo acreditar na vitória do bem sobre o mau
Alô presidente
Vamo parar de abafar as CPIs
Vamo acabar com a corrupção e a impunidade nesse país
Vamo fazer o povão mais feliz
Cade o dinheiro do trabalhador?
Cade o dinheiro do professor?
Do médico, doutor?
Alô vossa excelência
Já perdi a paciência
Procuradoria geral da república
Vamo parar de arquivar processo de gente importante
Quem procura acha
Mas é pra procurar
Gente estúpida!

Gente estúpida!
Gente hipócrita!
Gente estúpida!
Gente hipócrita!


PESSOA NEFASTA

Tu, pessoa nefasta
Vê se afasta teu mal
Teu astral que se arrasta tão baixo no chão
Tu, pessoa nefasta
Tens a aura da besta
Essa alma bissexta, essa cara de cão

Reza
Chama pelo teu guia
Ganha fé, sai a pé, vai até a Bahia
Cai aos pés do Senhor do Bonfim
Dobra
Teus joelhos cem vezes
Faz as pazes com os deuses
Carrega contigo uma figa de puro marfim
Pede
Que te façam propícia
Que retirem a cobiça, a preguiça, a malícia
A polícia de cima de ti
Basta
Ver-te em teu mundo interno
Pra sacar teu inferno
Teu inferno é aqui

Pessoa nefasta

Tu, pessoa nefasta
Gasta um dia da vida
Tratando a ferida do teu coração
Tu, pessoa nefasta
Faz o espírito obeso
Correr, perder peso, curar, ficar são

Solta
Com a alma no espaço
Vagarás, vagarás, te tornarás bagaço
Pedaço de tábua no mar
Dia
Após dia boiando
Acabarás perdendo a ansiedade, a saudade
A vontade de ser e de estar
Livre
Das dentadas do mundo
Já não terás, no fundo, desejo profundo
Por nada que não seja bom
Não mais
Que um pedaço de tábua
A boiar sobre as águas
Sem destino nenhum

Pessoa nefasta


ROCK DO SEGURANÇA

O segurança me pediu o crachá
Eu disse: nada de crachá, meu chapa 
Sou um escrachado, um extra achado
Num galpão abandonado, nada de crachá
Ié, uô, uô, ié
Sei que o senhor é pago pra suspeitar
Mas eu estou acima de qualquer suspeita
Em meu planeta todo o povo me respeita
Sou tratado assim como um paxá
Ié, uô, uô, ié
Essa aparência de um mero vagabundo
É mera coincidência
Deve-se ao fato de eu ter vindo 
ao seu mundo com a incumbência
De andar a terra, saber por que o amor 
Saber por que a guerra
Olhar a cara da pessoa comum e da pessoa rara
Um dia rico, um dia pobre, um dia no poder
Um dia chanceler, um dia sem comer
Coincidiu de hoje ser meu dia de mendigo
Meu amigo, se eu quisesse, eu entraria sem 
você me ver, sem você me ver, sem você me ver


Para ouvir estas e outras músicas de Gilberto Gil, ouça Rádio Germinal.

Vou Morar no Ar, Música de Casa das Máquinas

Abaixo a letra da música, "Vou morar no ar", de Casa das Máquinas, que você houve na Rádio Germinal:

Vou morar no Ar


Casa das Máquinas


Abra que eu quero ver
Esse céu azul
Abra que eu quero olhar
Esse mar do sul
Abra que eu quero voar
O mais alto que eu puder
Um dia eu vou sair
Vou morar no ar.
Moro no ar,
Num lar olhando pro mar.
Abra que eu quero ver
Esse céu azul
Abra que eu quero olhar
Esse mar do sul
Abra que eu quero voar
O mais alto que eu puder
Um dia eu vou sair
Vou morar no ar.

Música da banda Ira sobre "Candidato"...

Nada mais atual do que essa música, pós-eleições presidenciais: "Você votou em mim
Eu te decepcionei"

Abaixo a letra completa da música, que você ouve na Rádio Germinal:


O candidato

Ira!

Você votou em mim
Eu te decepcionei
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Será que um dia você vai lembrar que votou em mim?
Eu era tão sincero uma pessoa ímpar
Você votou em mim
Eu botei a prosódia logo após falar
É que eu quero frisar
Você votou em mim
Eu te decepcionei
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Palavras são palavras etc e tal
Ma se votar em mim eu posso te dizer
Que eu não vou roubar
Que eu não vou matar
Só quero aeroporto com o nome do meu pai
E avenida principal com o nome da minha mãe
Não há ninguém no Brasil mais honesto que eu
E se eu me contradisser em tudo que preguei
Esqueçam o que eu escrevi
Você votou em mim
Eu te decepcionei
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Você votou em mim
Eu te decepcionei
Você vai acreditar se eu te disser que mudei?
Será que um dia você vai lembrar que votou em mim?
Será que um dia você vai lembrar que votou em mim?
Não há ninguém no Brasil mais honesto que eu
E se eu me contradisser em tudo que preguei
Esqueçam o que eu escrevi
Esqueçam o que eu escrevi
Esqueçam o que eu escrevi
E tudo o que eu falei
Tudo o que eu preguei
Esqueçam o que eu escrevi
Esqueçam o que eu escrevi