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"O Maio de 1968 através da Música Popular", Overdose Musical

 "O Maio de 1968 através da Música Popular", Overdose Musical, no próximo domingo.


Você pode ouvir esse programa clicando acima ou então acessando os seguintes links:


RÁDIO GERMINAL

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https://radiogerminal.nildoviana.com/ouvir

https://radiogerminal.blogspot.com/


Os ouvintes ainda receberão bônus de brinde após o final do programa!


A Massa, de Raimundo Sodré, em Destaque Musical

 A música de Raimundo Sodré, "A Massa", foi tema do programa Destaque Musical, da Rádio Germinal.

Assista o vídeo abaixo e ouça a Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria ou mercancia, é crítica, qualidade e utopia.



Música: A Massa Cantor: Raimundo Sodré Compositores: Raimundo Sodré e Jorge Portugal. Ano: 1980. Apresentação da Rádio Germinal: Raimundo Sodré se destacou no festival de MPB de 1980 com a música "A Massa". Essa música utiliza um jogo de palavras para tematizar um problema social que é a massificação e a exploração. A massa, enquanto termo usado para se referir a alimentos, é de uso comum. Sodré, entretanto, usa a palavra nesse sentido, mas usa num segundo sentido, que é o pejorativo. O termo "massa", como uso sociológico e político, remete à multidão indiferenciada e, muitas vezes, manipulada, tal como na expressão "massa de manobra". Isso fica explícito no trecho em que ele diz: "Moinho de homens que nem jerimuns amassados Mansos meninos domados Massa de medos iguais Amassando a massa, a mão que amassa a comida Esculpe, modela e castiga A massa dos homens normais" A transformação dos seres humanos em massa uniforme, esculpida e modelada, "meninos domados" e "mansos", é, infelizmente, uma realidade cotidiana no capitalismo. Essa massificação e domesticação é também um "castigo". E isso vale para a população atual, inclusive para aqueles que se julgam livres e "autônomos", prisioneiros do subjetivismo e da ilusão de autonomia e liberdade. Raimundo Sodré, em sua música, apenas constata essa realidade e não mostra a necessidade de ir além dessa massificação e da luta por conquistar a liberdade, o que só pode ocorrer com uma transformação social radical e total. Porém, a consciência da alienação, da exploração e da dominação é o primeiro passo para a sua superação e Sodré contribui com esse início da luta pela libertação humana com sua música e denúncia da massificação. Letra da música: A Massa Raimundo Sodré A dor da gente é dor de menino acanhado Menino-bezerro pisado No curral do mundo a penar Que salta aos olhos, igual a um gemido calado A sombra do mal-assombrado É a dor de nem poder chorar A dor da gente é dor de menino acanhado Menino-bezerro pisado No curral do mundo a penar Que salta aos olhos, igual a um gemido calado A sombra do mal-assombrado É a dor de nem poder chorar Moinho de homens que nem jerimuns amassados Mansos meninos domados Massa de medos iguais Amassando a massa, a mão que amassa a comida Esculpe, modela e castiga A massa dos homens normais Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) (só percussão) A dor da gente é dor de menino acanhado Menino-bezerro pisado No curral do mundo a penar Que salta aos olhos, igual a um gemido calado A sombra do mal-assombrado É a dor de nem poder chorar A dor da gente é dor de menino acanhado Menino-bezerro pisado No curral do mundo a penar Que salta aos olhos, igual a um gemido calado A sombra do mal-assombrado É a dor de nem poder chorar Moinho de homens que nem jerimuns amassados Mansos meninos domados Massa de medos iguais Amassando a massa, a mão que amassa a comida Esculpe, modela e castiga A massa dos homens normais Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) When I remember of massa of manioc, men (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca, mãe (da massa) Nunca mais me fizeram aquela presença, mãe (da massa) Da massa que planta a mandioca, mãe (da massa) A massa que eu falo é a que passa fome, mãe (da massa) A massa que planta a mandioca, mãe (da massa) Quand je me souviens da la masse du manioc, mère (da massa) Quand je rappele de la masse du manioc, mère (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Quando eu lembro da massa da mandioca mãe (da massa) Lelé, meu amor, Lelé (Lelé, meu amor, Lelé) No cabo da minha enxada não conheço coroné! No cabo da minha enxada não conheço coroné! Eu quero, mas não quero (camarão) Mulher minha na função (camarão) Que está livre de um abraço (camarão) Mas não está de um beliscão! (camarão) Torna a repetir, meu amor: (ai, ai, ai!) Torna a repetir, meu amor: (ai, ai, ai!) É que o guarda civil não quer a roupa no quarador! O guarda civil não quer a roupa no quarador! Meu Deus onde vai parar, parar essa massa! Meu Deus onde vai rolar, rolar essa massa! http://radiogerminal.com https://radiogerminal.blogspot.com/

Lançamento exclusivo do álbum "Homem ao Mar", da banda Nau dos Insensatos, na Rádio Germinal

 


Domingo, 07/11/2021, às 11 horas, a Rádio Germinal apresenta, com exclusividade, o lançamento do álbum "Homem ao Mar", da banda Nau dos Insensatos. O álbum apresenta 6 novas músicas e quatro músicas já divulgadas (Alexandra, Alice, Filme de Zumbi, Minha Geração). Entre as novas músicas cabe destaque para a faixa título do álbum, "Homem ao Mar" e a faixa que traz o nome da banda, "Nau dos Insensatos". 

O lançamento terá a duração de quase uma hora. Para acessar basta entrar no site do Rádio Germinal (http://radiogerminal.com) ou então usar o aplicativo.

Estamos prontos para a revolução: Novas músicas da banda Plebe Rude!


ESTAMOS PRONTOS PARA A REVOLUÇÃO: PLEBE RUDE

A banda Plebe Rude lança novo álbum e três músicas são destaques: O Descobrimento da América, A Mesma Mensagem e Evolução (abaixo). A crítica social continua presente, bem como a qualidade musical. A Plebe Rude emerge para além da decadência da MPB:

"Descobrimento da América cobre a peregrinação à América do Norte e a colonização da América do Sul, ambas com resultados bastantes diferentes, mas terminando com o eventual repúdio aos respectivos reis. Fugindo da intolerância religiosa, ou colonizando e escravizando, a chegada dos europeus às Américas seria desastrosa para as civilizações locais, com milhares de anos de história praticamente aniquilados da noite para o dia se for medido no tempo do grande arco da história da humanidade que data desde do surgimento do Homo Sapiens, há 200 mil anos".

Philippe Seabra, vocalista da Plebe Rude, ao discorrer em nota oficial sobre o terceiro single do álbum duplo Evolução".
ESSAS E OUTRAS MÚSICAS VOCÊ OUVE NA RÁDIO GERMINAL!!! http://radiogerminal.com






Acesso ao programa overdose musical sobre eleições




O programa overdose musical especial sobre eleições está disponibilizado em formato áudio e pode ser acessado no link abaixo:

OVERDOSE MUSICAL: MÚSICA E ELEIÇÕES

Overdose musical especial sobre música nordestina


http://radiogerminal.com domingo, dia 03/06, overdose musical especial sobre a música nordestina, com mais de uma hora e meia de músicas!

As músicas e a crítica social de Valdo Alves na Rádio Germinal



Valdo Alves é um compositor baiano, que algumas vezes também é intérprete, autor de diversas músicas gravadas por ele e outros cantores e cantoras, como, por exemplo, Elys Ramalho e Patrícia Rezende. O seu CD "Album de Família" apresenta várias músicas de destaque, que vamos apresentar brevemente abaixo.

As suas músicas se destacam, em sua maioria, pela forte crítica social. Esse é o caso de sua música “Colapso Moderno”, que recorda o livro de Robert Kurz, “O Colapso da Modernização”. Na música, utópica, mostra a crítica do capitalismo, “sociedade fetichista”, bem como da democracia, mercantilização, estado, exploração, etc., e diz “bem vindo à sociedade emancipada”.

Colapso Moderno:
Composição: Valdo Alves e Wendy Natani
Intérprete: Valdo Alves.

Outro destaque de Valdo Alves é sua homenagem a Vinicius de Moraes, na música “100 Vinicius”, interpretada por Elys Ramalho. A letra recorda o compositor carioca e suas contribuições para a música popular brasileira, bem como não deixa de lado outros nomes expressivos da música e arte brasileira, como Tom Jobim e Carlos Drumond de Andrade.

100 Vinicius:
Composição: Valdo Alves e Wendy Natani
Intérprete: Elys Ramalho

A música “A Nossa Rua” é uma nova versão da cantiga popular “A Nossa Rua”, interpretada por Patrícia Rezende, cantora goiana que teve participação no programa The Voice Brasil. A versão de Valdo Alves é politizada e trata da destruição da infância pela modernização capitalista, na qual as crianças são submetidas aos Shopping Centers, internet, etc.


A Nossa Rua
Composição: Valdo Alves e Wendy Natani
Intérprete: Patrícia Rezende

Abaixo a playlist produzida pela Rádio Germinal no Youtube para algumas das principais músicas de Valdo Alves. Essas e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria; é crítica, qualidade e utopia. http://radiogerminal.com



A Crítica Social da Plebe Rude em playlist da Rádio Germinal

A banda Plebe Rude é uma das mais importantes bandas de rock brasileiro e se destaca por sua crítica social. Em suas músicas, pode-se ver crítica ao processo eleitoral (Vote em Branco), à sociabilidade capitalista (Pressão Social), ao consumismo (Consumo), ao processo de divisão de classes e suas desigualdades (Até Quando Esperar) e até mesmo ao capital fonográfico (Minha renda).

Uma seleção com as melhores músicas gravadas pela banda Plebe Rude. Desde o seu grande sucesso nas emissoras de Rádio nos anos 1980, "Até Quando Esperar" até suas músicas menos conhecidas e marcadas por forte crítica social. Essas e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria; é crítica, qualidade e utopia. http://radiogerminal.com











AS 101 MELHORES MÚSICAS DA MPB!

A Rádio Germinal criou uma playlist com as 100 melhores músicas da MPB.

As 101 melhores músicas da MPB é uma seleção relativa, pois algumas músicas mereciam estar presentes, mas não foi possível. O critério para definir as 101 músicas da playlist foram a letra (criticidade, criatividade, etc.), a interpretação (voz, etc.), a melodia e o arranjo, etc. Outros critérios secundários foram utilizados, tais como não colocar muitas músicas de um mesmo cantor, banda ou cantora, sendo preferencialmente 01, mas podendo chegar até 03. Essa lista poderá ser revista no futuro.

Essas e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria; é crítica, qualidade e utopia. Acesse http://radiogerminal.com ou use o aplicativo em seu celular.



"Corrupção": Para entender "O Espírito da Coisa"

A Banda "O Espírito da Coisa" lançou várias músicas de crítica social através da ironia. Uma delas é a música "Corrupto", que continua atual por remeter a uma questão estrutural do capitalismo.

Abaixo link para vídeo com a música "Corrupto", depois a letra da música, seguida por vídeo sobre a banda "O Espírito da Coisa" e link para artigo sobre corrupção.




Corrupto

O Espírito da Coisa


Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Viva, viva
A nova república!
Papai sempre foi um cara da pesada!
Vai fazer na vida pública
O que fazia na privada!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Salve, salve, papai é o tal
Papai abriu um banco ser ter capital
Pai faliu, que dia feliz!
Agora nós moramos em Paris!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Olha, olha, que coisa bonita!
Quando papai passa todo o povo grita!
Um, dois, três, quatro, cinco mil!
Porque que esse povo é tão gentil!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!

Pai, quando eu crescer,
Eu quero ser que nem você!
Pai eu quero ser, pai eu quero ser!
Corrupto! corrupto!



Leia o artigo "A corrupção na sociedade brasileira",

Essas e outras músicas você ouve na Rádio Germinal!
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O DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL


Abaixo vídeo e letra da música "O dia em que o morro descer e não for carnaval", de Wilson das Neves. Essa e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercancia; é crítica, qualidade e utopia:


O DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL
Letra: Paulo César Pinheiro.
Música: Wilson das Neves.
O dia em que o morro descer e não for carnaval
ninguém vai ficar pra assistir o desfile final
na entrada rajada de fogos pra quem nunca viu
vai ser de escopeta, metralha, granada e fuzil
(é a guerra civil)
No dia em que o morro descer e não for carnaval
não vai nem dar tempo de ter o ensaio geral
e cada uma ala da escola será uma quadrilha
a evolução já vai ser de guerrilha
e a alegoria um tremendo arsenal
o tema do enredo vai ser a cidade partida
no dia em que o couro comer na avenida
se o morro descer e não for carnaval
O povo virá de cortiço, alagado e favela
mostrando a miséria sobre a passarela
sem a fantasia que sai no jornal
vai ser uma única escola, uma só bateria
quem vai ser jurado? Ninguém gostaria
que desfile assim não vai ter nada igual
Não tem órgão oficial, nem governo, nem Liga
nem autoridade que compre essa briga
ninguém sabe a força desse pessoal
melhor é o Poder devolver à esse povo a alegria
senão todo mundo vai sambar no dia
em que o morro descer e não for carnaval.


"Não adianta o oprimido virar opressor" - Música e Crítica Social: Ponto de Equilíbrio

A música abaixo aponta para uma percepção crítica de algo bastante comum em certos movimentos sociais na contemporaneidade, o autoctonismo e aloctonismo. Trata-se de uma música que realiza uma crítica social, mostrando a opressão e que a inversão da situação de opressor e oprimido não resolve a questão. Nesse sentido, é preciso "saber o que fazer/pensar/dizer". A letra da música é relativamente simples, mas abre espaço para reflexões. Também falta a utopia (a solução) e sair da relação apenas entre opressor e oprimido, indo para a questão mais fundamental e fundante da opressão, que é a exploração de classe. Abaixo letra e vídeo desta música, que você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercancia, é crítica, qualidade e utopia.


África
Ponto de Equilibrio


Melhor do que viver acorrentado:
É saber o que fazer
É saber o que pensar
É saber o que dizer


A ovelha não deve se vingar do lobo
Pois o justo não anda no caminho dos tolos
Não adianta o oprimido virar opressor
Inverter a sociedade não vai acabar com sua dor


Afinal somos todos irmãos, lá-lá-lá-lá-lá-lá
Eu e eu, uma só nação, nossa terra:
África, mãe de toda criação

Nossa terra, nossa mãe: África, mãe de toda a geração


Música da banda Besouros Verdez


Essa e outras músicas você ouve na Rádio Germinal, onde a música não é mercadoria, é crítica, qualidade e utopia.



Acesse e faça o download do aplicativo da Rádio Germinal para seu celular. Através dele poderá ouvir a Rádio Germinal, acessar diretamente músicas e vídeos musicais de Edmilson Marques, bem como acesso a novidades, postagens, textos, reflexões sobre música, canal do youtube da Rádio Germinal, etc.

Para baixar o app, clique neste link:

A crítica da banda Câmisa de Vênus: Enigma

Enigma
Camisa de Vênus

Quis conter-me mas não pude
Revoltado com a atitude dessa gente original
Que pensa ser incomum e julga todos por um
E prega sem ter moral

Insensatos pregadores
Esses cruéis detratores
Agem quase sempre assim
São imbecis personagens
Molares das engrenagens
Que sentem inveja de mim

Dizem que eu encarno o mal
Que eu não passo de um radical
E que sempre falo demais
Dizem esses entendidos
Que eu devo tomar juízo
Ser como eles banais

Não os temo e nem me assusto
Mesmo sabendo que o justo
Paga pelo pecador
Pois quem não deve não medra
Atire a primeira pedra
E eu mostro o meu valor




ESSAS E OUTRAS MÚSICAS, VOCÊ OUVE NA RÁDIO GERMINAL, ONDE A MÚSICA NÃO É MERCANCIA, É CRÍTICA, QUALIDADE E UTOPIA!!!

O Rock expressa o que é a política institucional e os políticos profissionais

A música "Vossa Excelência", da banda Titãs, expressa um aspecto da política institucional e dos políticos profissionais: a dissimulação e a corrupção que manifestam os interesses daqueles que são falsamente apontados como "representantes do povo".

Ouça a música e a letra abaixo:



VOSSA EXCELÊNCIA
TITÁS

Estão nas mangas
Dos senhores ministros
Nas capas
Dos senhores magistrados
Nas golas
Dos senhores deputados
Nos fundilhos
Dos senhores vereadores
Nas perucas
Dos senhores senadores
Senhores! Senhores! Senhores!
Minha Senhora!
Senhores! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Senhores! Corrupto! Ladrão!
Sorrindo para a câmera
Sem saber que estamos vendo
Chorando que dá pena
Quando sabem que estão em cena
Sorrindo para as câmeras
Sem saber que são filmados
Um dia o sol ainda vai nascer
Quadrado!
Estão nas mangas
Dos senhores ministros
Nas capas
Dos senhores magistrados
Nas golas
Dos senhores Deputados
Nos fundilhos
Dos senhores vereadores
Nas perucas
Dos senhores senadores
Senhores! Senhores! Senhores!
Minha Senhora!
Bandido! Corrupto
Senhores! Senhores!
Filha da puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão! Senhores!
Filha da puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão!
Isso não prova nada
Sob pressão da opinião pública
É que não haveremos
De tomar nenhuma decisão
Vamos esperar que tudo caia
No esquecimento
Aí então!
Faça-se a justiça!
Sorrindo para a câmera
Sem saber que estamos vendo
Chorando que dá pena
Quando sabem que estão em cena
Sorrindo para as câmeras
Sem saber que são filmados
Um dia o sol ainda vai nascer
Quadrado!
Estamos preparando
Vossas acomodações
Excelência!
Filha da Puta!
Bandido! Senhores!
Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão
Written by Antonio Bellotto, Antonio Carlos Liberalli Bellotto, Charles Gavin, Charles De Souza Gavin, Paulo Miklos, Paulo Roberto De Souza Miklos • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc

A Falta - Edmilson Marques

A Falta - Edmilson Marques



"A Falta", Edmilson Marques
Composição: Edmilson Marques e Nildo Viana


A Falta

Quando uma pessoa presente
Desaparece e se torna ausente
Nada a substitui e só fica o vazio.
O vácuo, o nada, o mundo frio.

O arrependimento ao meu lado
O momento não vivido
A nostalgia do passado
O sonho ensanguentado

A falta é uma parte desaparecida
O empobrecimento do presente
A consciência da vida não-vivida
A percepção de um mundo decadente.

Quando uma pessoa presente
Desaparece e se torna ausente
Nada a substitui e só fica o vazio.
O vácuo, o nada, o mundo frio.

A vontade de montar um quebra-cabeça
Unindo o melhor do presente e do passado
Fazendo com que a peça desaparecida reapareça
Reviver e recuperar o tempo roubado.

O túnel do tempo é ficção
Os ladrões do tempo são reais
Eles coisificam vidas
Abrem novas feridas

Quando uma pessoa presente
Desaparece e se torna ausente
Nada a substitui e só fica o vazio.
O vácuo, o nada, o mundo frio.

A falta que eu sinto agora
Não quero causar com minha ausência
Por isso não vou embora
Ficarei e lutarei até a última hora.

Quando uma pessoa presente
Desaparece e se torna ausente
Nada a substitui e só fica o vazio.

O vácuo, o nada, o mundo frio.

Flávia - Edmilson Marques




Música "Flávia", Edmilson Marques.
Composição de Edmilson Marques e Nildo Viana

Letra:

Flávia,
O silêncio e mais nada,
A distância da emoção imaginária.

Flávia,
O seu coração biônico
Não vê meu amor platônico

Flávia,
Não ultrapassa a frieza
De uma vida burguesa!

Flávia,
O dinheiro está acima de tudo!
Assim o sentimento fica mudo!

Flávia,
Miragem de uma ilha cheia d’agua
Em pleno deserto do Saara!

Flávia,
A ilusão de uma paixão
E além disso não resta nada!

(Repete).

Rock-Bolero, "Dilma".

Abaixo a mais nova música de Edmilson Marques, o Rock-Bolero "Dilma", um uso irônico do bolero para realizar crítica social:


DILMA Quando você aposta tudo no outro Fica sofrendo como um louco Por causa da traição e da ferida Assim ela destruiu a minha vida As promessas eram tantas As suas palavras eram mantras A perspectiva era a felicidade Ela me dizia que eu era prioridade Agora nem respeito nem educação Uma traição que não merece perdão E seu irmão ainda levanta a mão Para me bater e me jogar no chão Quando você aposta tudo no outro Fica sofrendo como um louco Por causa da traição e da ferida Assim ela destruiu a minha vida Agora sei com quem está ficando E eu fico sofrendo, ouvindo e cantando Altemar, “maldito amor” e “aparências” Combina com você e suas maledicências O seu mantra é razão instrumental Me usou para ganhar e foi embora Agora me joga fora como bola Eu lhe fiz o bem e você me fez o mal Quando você aposta tudo no outro Fica sofrendo como um louco Por causa da traição e da ferida Assim ela destruiu a minha vida Me diga com quem andas, que direi quem és Te vejo com os donos dos bancos Longe da ralé e dos saltimbancos E ao lado de gente com joias da cabeça aos pés A minha dor é a de todo trabalhador, Me fez retomar Ravel, bolero e retrocesso. Corrupção de amor não dá processo Não tem impedimento, só tem dinheiro e valor Quando você aposta tudo no outro Fica sofrendo como um louco Por causa da traição e da ferida Assim ela destruiu a minha vida Ao seu lado outro está feliz Calculando o lucro da matriz Cada vez mais empobreço Sofrer por ilusão é o preço Agora só restou o Adeus Já dizia a canção Já lhe esqueci e aos seus Já comecei minha revolução!

Edmilson Marques e Nildo Viana